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Alfabetização de forma remota? Sim, é possível

A pandemia do novo coronavírus trouxe muitos obstáculos para os estudantes de todas as idades e suas famílias, principalmente para as crianças que estão na fase de alfabetização. Segundo Simone Melo, orientadora pedagógica do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, da unidade de Águas Claras do Colégio Sigma, este período de isolamento social e de aulas remotas tem sido desafiador, mas com muitas conquistas. “Nós nos reinventamos da noite para o dia. Chegamos a um ambiente que não conhecíamos e buscamos adaptar o que dava certo no presencial para o remoto, com erros e acertos”, comenta.  “E a parceria com as famílias foi fundamental para alcançarmos resultados positivos com os nossos alunos”, afirma.

Atividades diferenciadas, plantões e a implantação do Espaço Criativo foram algumas das ações que a equipe pedagógica da escola realizou para garantir a excelência na alfabetização das crianças do 1º e 2º ano dos Anos Iniciais. “Dentro da alfabetização tem alunos que estão em estágios e momentos diferentes, então além das aulas, nós convidávamos as famílias a participarem dessas atividades extras para estimular, ainda mais, a aprendizagem”, afirma a orientadora.

Simone reforça que a presença das famílias durante esse momento tem sido fundamental, não apenas para trazer engajamento para as crianças durante as aulas, mas também para continuar com as atividades fora da plataforma online. “Nós os incentivamos a realizarem leituras com as crianças e as envolverem em pequenas atividades do dia a dia, como montar uma lista de compras”, comenta. “Além disso, também oferecemos todo suporte traçando estratégias específicas para cada criança dentro de cada contexto familiar”, afirma.

Paula Ayumi Endres, do 1º ano do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, da unidade de Águas Claras, é uma das crianças que obtiveram sucesso na alfabetização de forma remota. Thiago Endres, pai da aluna e mais nova leitora do país conta como foi esse processo. Confira abaixo:Como foi o processo de alfabetização?Thiago: Minha filha veio de uma educação infantil frágil e com troca de professoras. No Infantil 5 não tinha referência de professora e seu crescimento em 2019 foi muito pequeno. Considero que ela chegou ao Sigma com uma “bagagem” bem menor do que deveria. Isso, claro, não se dá por culpa exclusiva da escola anterior. Ela é uma criança serelepe, alegre e que de fato prioriza diversão.

Antes da suspensão das aulas, Paula vinha em um ritmo de evolução no 1º ano. Com o afastamento das crianças da sala de aula, os encontros online iniciaram com todas as dificuldades e tivemos uma sequência de alterações de professoras. Possivelmente, se esse processo tivesse sido no modelo presencial, teríamos tido problemas, mas a equipe do Sigma é muito competente e o modelo de ensino remoto permitiu que eu acompanhasse de perto o trabalho. Posso afirmar que, apesar do distanciamento social, nunca me senti tão próximo da escola.

Como professor, sei que educar não é uma tarefa fácil. Mas especificamente, alfabetizar, apesar da delícia que é estar com crianças, é um super desafio. E se reinventar do dia para a noite para seguir em frente em meio à pandemia é quase que heroico. E como testemunha ocular, posso dizer que a equipe do Sigma possui heroínas.

As professoras merecem um elogio especial. Primeiro pela reinvenção. Da noite para o dia se viram em uma sala cheia de novos alunos “quicando” do outro lado da tela, além de pais acompanhando, uma câmera na frente, conduzindo uma aula gravada. Para completar ter que dominar uma aula planejada às pressas para atender e conduzir esses momentos sozinhas em suas casas, com uma tecnologia não necessariamente conhecida, e, como se não bastasse, com o contexto familiar no quarto ou sala ao lado.

Como foi o suporte da escola durante esse período?

T: Todas as professoras ouviram carinhosamente e atentas todos os lamentos e angústias, meus e da minha esposa, a cada fim de plantão, traçando conosco estratégias para a Paula. E muitos foram os plantões com brincadeiras de leitura desenhadas quase que exclusivamente para ela, muitas vezes única participante. E como se pudesse “padronizar professores”, obtivemos das três exatamente a mesma qualidade e carinho no trabalho. Janara, Dirce e Letícia abraçaram a “causa”. E se hoje a Paula está lendo, como numa corrida de bastão, todas possuem seu mérito.

Como está a leitura da Paula?

T: Paula hoje oficialmente lê. Ainda trocando uma letra ou outra, ainda juntando sílabas, ainda com erros aqui e ali, mas feliz, motivada a ler as diversas palavras que vê pela frente. Motivada a escrever carta para a Fada do Dente e nome das colegas.

Quais são os desafios daqui pra frente?

T: O desafio agora é manter a continuidade no trabalho que vem sendo realizado, considerando que estamos avançando no tempo sem muitas previsões. E sabemos que essa manutenção da motivação das crianças e da continuidade do conteúdo requer ainda mais de todos, em especial dos professores!

Postado por jussi

30 de setembro de 2020

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