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Alunos do Colégio Sigma vivenciam a Idade Média durante a 17ª edição da Feira Medieval

O renascimento comercial e urbano na Europa teve início no século XI e promoveu grandes transformações na economia, vida social e na paisagem urbana de todo o continente. Na época, as feiras, criadas pelos mercadores, destacaram-se como os principais centros comerciais e de desenvolvimento local. Como uma forma de relembrar um dos momentos mais importantes da história global, alunos do 7º ano do Ensino Fundamental – Anos Finais participaram da tradicional Feira Medieval do Colégio Sigma.

Caracterizados de cavaleiros, damas, camponeses, burgueses e clérigos, os jovens se reuniram para a 17ª edição do evento, que ocorreu de forma presencial na unidade 912 Sul, após dois anos de pandemia. Em 2021, as apresentações foram online. “Ano passado foi muito interessante porque nós conseguimos desenvolver outras habilidades dos estudantes. Porém foi uma alegria poder retomar com o projeto dessa forma e ver o protagonismo deles, que é um dos valores que a gente prega”, comenta Arineide Silva, professora de História. “Foi o primeiro grande evento presencial depois de tanto tempo. Foi emocionante sentir a vivacidade da escola e assistir de perto todo o envolvimento dos alunos e famílias”, lembra.

Dividida em dois momentos, a atividade envolve as disciplinas da área de Humanidades: História, Geografia e Artes. Primeiro os alunos elaboram pesquisas sobre a cultura, a religião, a política e a economia da época. Em seguida, o encerramento do projeto se dá com a realização da feira, onde eles reúnem o conteúdo pesquisado e fazem a exposição para familiares, alunos e visitantes. “Eles foram muito criativos e usaram todas as habilidades que tinham. Alguns trouxeram instrumentos musicais, desenhos, textos e inseriram nas apresentações”. 

Arineide comenta que a Feira Medieval foge do trabalho tradicional realizado em sala de aula. “É o momento em que eles podem vivenciar a Idade Média e dar um sentido ao que é estudado no dia a dia e não ficar apenas com a ideia de que o assunto é velho e antigo”, afirma. “Os alunos conseguem entender o mundo em que nós vivemos, a construção das línguas, dos países, das culturas e outros”.