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Sigma prepara alunos para a 16ª edição da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG)

 

A olimpíada realizada Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) tem por objetivo de fomentar o interesse dos jovens pela Astronáutica, Física, Astronomia e ciências afins; na edição de 2021, um aluno Sigma recebeu a medalha de bronze

O céu profundo e escuro fascina o homem desde a Antiguidade. Não é possível cravar uma data específica, mas estudos apontam que há pelo menos 5 mil anos, o ser humano passou a olhar para o alto a fim de compreender a imensidão do universo. Com o objetivo de fomentar o interesse dos jovens pelo espaço sideral, a partir da Astronáutica, Física, Astronomia e ciências afins, a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) é uma atividade realizada anualmente pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) que consiste na construção e no lançamento oblíquo de foguetes, a partir de uma base, o mais distante possível.

Desenvolvida para estudantes dos Anos Iniciais, Anos Finais e Ensino Médio, em todo o território nacional, a mostra promove a difusão dos conhecimentos básicos de uma forma lúdica e cooperativa, mobilizando jovens, professores, pais e escolas, além de instituições voltadas às atividades aeroespaciais. Como grande impulsionador dos alunos, o Colégio Sigma proporciona atividades dentro e fora de sala de aula para apoiar na preparação dos 313 inscritos na 16ª edição da MOBFOG de todos os segmentos da instituição. O programa teve início em janeiro, com programações até dezembro de 2022. 

Para Marcos Kanso, professor de Física da instituição que está atuando junto aos alunos nas atividades relacionadas a MOBFOG,  as olimpíadas de conhecimento ajudam no desenvolvimento cognitivo, motor e social dos jovens, além de despertar o interesse pelas áreas afins. “Mais do que nunca o ensino de ciências da natureza é importante para o cidadão. Apesar de não ser a verdade absoluta, a sociedade do século XXI utiliza o conhecimento desenvolvido com a ciência para guiá-la nas situações mais adversas do cotidiano. Ademais, a pesquisa faz com que o estudante se engaje e procure alternativas para os mais diversos problemas e desafios de sua vida. Mostrando que nem sempre conseguiremos desenvolver saídas favoráveis à nossa situação problema”, defende. 

Marcos explica que durante o desenvolvimento dos projetos, para ampliar os conhecimentos associados, os alunos do Sigma estão contando com o apoio direto dos professores. “Nós estamos auxiliando na montagem dos foguetes e, durante as aulas, aproveitamos para demonstrar uma parte da teoria de voo e de alcance destas aeronaves. É feita uma explanação teórica sobre lançamentos em Física e as grandezas envolvidas. Os alunos estão fortemente engajados e trabalhando de forma lúdica, competitiva e colaborativa. Esperamos conseguir envolvê-los ao máximo e, dessa forma, fazer com que eles se encantem e deixem de lado a ideia de que a Biologia, a Física e a Químicas são disciplinas difíceis, e passem a vê-las como disciplinas que expandem a nossa maneira de pensar e interagir com a natureza e o universo”, pontua. 

Conquista

A 15ª edição da MOBFOG aconteceu em 2021 e João Pedro Martins França, aluno da 2ª série do Ensino Médio, do Colégio Sigma, foi um dos premiados no torneio. Além da medalha de bronze, o jovem conquistou uma bolsa de Iniciação Científica Júnior do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Durante o ano de 2022, o estudante irá aprofundar os seus estudos nas áreas de lançamento de foguetes e Ciências Química, no programa que tem parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).  “A princípio essa oportunidade estava disponível apenas para quem tinha ganhado medalha de ouro, mas eles estenderam para todos, então corri para garantir a minha confirmação”, aponta.

O estudante já participou de outras olimpíadas de conhecimento, tendo conquistado uma medalha de ouro na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), quando estava no 9º ano do Ensino Fundamental – Anos Finais. Além de ter participado, em 2021, da edição online da Escola de Verão de Física da Universidade Júnior, organizada pelo Departamento de Física e Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade de Porto, Portugal.