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Feira Literária

Sigma promove a 1ª Edição da Feira Literária em todas as unidades do colégio

 

Além de aprimorar o vocabulário, ampliar as capacidades cognitivas para organização de linhas coerentes de pensamento e constituir capacidade de argumentação, ler também é diversão, é alegria, é surpresa.  A possibilidade de entender o mundo por meio das ideias e dos pontos de vista de diferentes obras literárias oportuniza descobrir novas maneiras de ver a realidade e expandir o imaginário. Inspirado pela importância de estimular a habilidade na escola, o Colégio Sigma promoveu em outubro a 1ª Edição da Feira Literária, integrando desde a Educação Infantil aos Anos Finais, em todas as unidades da instituição.

 

Com base na leitura, os nossos estudantes dos Anos Iniciais e Finais vivenciaram momentos de apreciação coletiva de livros pertinentes a cada segmento e faixa etária, compartilhamento de ideias, pesquisa sobre autores e obras, além de novas descobertas e apresentaram suas produções artísticas e textuais para a comunidade escolar.  Ângela Miranda, professora de Língua Portuguesa no colégio, explica que a Feira promove a divulgação de atividades literárias produzidas pelos alunos ao longo do ano. “A exposição em forma de arte é a concretização das análises literárias feitas em sala de aula. Os discentes não só leem os exemplares, mas também os analisam e transformam-nos em uma atividade denominada de diversificada, ou seja, algo artístico que o represente. Por exemplo, ao analisar a obra “Vidas Secas”, de Guimarães Rosa, vivenciada no sertão nordestino, os jovens transformaram-na em literatura de cordel, gênero típico da região”, afirma. 

 

Anos iniciais

 

Janaína Andrade, professora do 1º ano defende que a leitura necessita ser difundida em todas as suas instâncias, em especial com os pequenos que vivenciam a alfabetização. “No 1º ano, em especial, tivemos como fonte de inspiração o autor Jonas Ribeiro e trabalhamos para desenvolver o gosto e a descoberta pela prática, identificando elementos da narrativa lida ou escutada, relendo e revisando o texto produzido com ajuda da professora, aprimorando seu repertório ortográfico e consciência fonológica, bem como a criatividade nas produções artísticas”, explica.

As docentes do 2º ano, Rejane Cristina e Jaqueline de Castro, acreditam na importância de que as crianças sejam incentivadas com leitura e escrita desde cedo. “Assim, elas podem ampliar não só o repertório linguístico, mas principalmente, de vida. Os momentos de troca em sala com os colegas tornaram o processo de ensino aprendizagem mais leve e divertido”, comentam.  

Para Renata Albuquerque, regente de uma turma de 3° ano, a Feira permitiu trabalhar também interpretação, escrita, habilidades artísticas e criativas. “Esse evento proporciona a ampliação do protagonismo do estudante e extrapola as paredes da sala de aula. Percebemos o entusiasmo dos estudantes ao realizar a leitura das obras a ponto de sentirem-se parte dela, utilizando a imaginação. Desse modo, confirmamos que estamos no caminho certo para a formação de cidadãos críticos e potentes”, acredita.

Sandra Nunes, professora do 4º ano, acrescenta que os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes incluíram poemas, relatos pessoais e cordéis inspirados pelas obras selecionadas pelos educadores e alunos. “A Feira tem a sua importância pela interação que cria não só do aprendizado coletivo, mas por proporcionar um incentivo à leitura, à escrita e por fornecer instrumentos também necessários para o conhecimento de mundo. Tudo isso só foi possível graças ao empenho de todos. E que venham novas feiras, muitas feiras literárias para o futuro”, expõe.

 

Na mesma linha, Adriana Vilas Boas, que leciona para o 5º ano, brinca que o evento pede bis. “Ver estampado no semblante de cada criança a alegria de ter feito parte de um projeto tão lindo, não tem preço. Toda e qualquer forma de demonstrar vida na escola se faz por meio do encontro do eu posso, você pode, nós podemos. As crianças sentem que juntas são melhores. Os livros unem e transformam realidades”, ressalta. “Na esfera da apreciação de tudo o que foi produzido, das emoções em poder perceber que todos são capazes de produzir trabalhos encantadores, na provocação lúdica em toda e qualquer faixa etária, no prazer pela leitura que transcende as paredes da escola”, acrescenta.

 

Bilíngue

 

A nossa Feira Literária também envolveu o programa bilíngue da escola e, dentre as atividades desenvolvidas, a língua inglesa foi trabalhada a partir da leitura de obras em inglês. “Eles tiveram contato com diversos autores e estilos de escrita, bem como, vivenciaram uma imersão vocabular através das histórias, proporcionando uma naturalidade no pensar bilíngue”, comenta. “A partir desse evento, estimulamos a independência na escrita em inglês, o desenvolvimento cognitivo e a possibilidade de conhecer novas culturas, que é uma das vertentes do nosso ensino bilíngue”, defende Michelle Carvalho, professora de língua Inglesa na instituição.