Além dos finalistas, equipe do 9º ano do Ensino Fundamental chegou à semifinal
As olimpíadas de conhecimento são instrumento na motivação dos estudantes para a pesquisa científica, além de fomentar o acesso à cultura entre jovens, com consequências positivas para a vida profissional. A partir das competições, os alunos têm os conhecimentos testados e são estimulados a estudar os conteúdos de maneira aprofundada, o que muitas vezes não é possível dentro da matriz curricular tradicional, por falta de tempo hábil. O Colégio Sigma tradicionalmente participa destes jogos, impulsionando e preparando os jovens a fazerem parte dos projetos. Em 2020, mesmo com a pandemia de Covid-19, cerca de 430 estudantes da instituição, do Ensino Fundamental – Anos Finais e do Ensino Médio concorreram com jovens de todo o Brasil na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), na Olimpíada Brasileira de Química Júnior (OBQJr) e na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP). Este ano, um grupo de alunos da 3ª série do Ensino Médio da escola foi classificado para a etapa final da Olimpíada Nacional de História do Brasil (ONHB). Além disso, alunos do 9º ano do Ensino Fundamental chegaram até a semifinal da competição.
A 13ª edição da ONHB teve início em 3 de maio e a prova final aconteceu em 16 de agosto. O objetivo do projeto é valorizar o ensino e a aprendizagem da História do Brasil. Os estudantes Maria Eduarda Hoffmeister Carneiro, Gabriel Barbiero Fagundes Gomide e Juliana Marquez e Silva foram classificados para a última etapa como a melhor equipe geral do Distrito Federal. Artur Saigg, professor de História do Colégio Sigma, participa das Olimpíadas desde 2009, quando começou a trabalhar na instituição, e este ano foi orientador dos competidores. Para ele, o fundamental é o empenho dos discentes. “Por conta das medidas de distanciamento, a prova foi realizada no formato on-line. Então, eu tive que reinventar o processo, priorizando um contato remoto com os estudantes. Criamos um grupo em um aplicativo de mensagens, com os participantes e outros professores do colégio que também ajudaram e por lá nós realizamos a prova juntos, a partir da discussão de questões. Os jovens se engajaram, demonstrando muito interesse no processo e isso resulta em uma bagagem importante de conhecimento”, acredita.
Maria Eduarda, uma das finalistas, comentou que trata-se de uma experiência indescritível. “A história é uma paixão para mim, dentro e fora da escola. Essa paixão influenciou na minha participação, como um mecanismo para aprofundar os conhecimentos e explorar as diversas áreas da historiografia. A ONHB é uma olimpíada muito bem elaborada e dinâmica, da primeira fase até a final. Dessa forma, tivemos a oportunidade de desenvolver a argumentação, o debate, a formulação de pensamento crítico, o interesse pela pesquisa. Esses são aprendizados que vão além da didática, nos engrandecem como cidadãos. Outro ponto interessante é que nós da equipe nos tornamos amigos durante o processo”, compartilhou. A jovem reforçou o apoio da escola: “além da base didática das aulas no cotidiano, o Sigma disponibilizou o apoio pedagógico e específico do professor Artur, que nos auxiliou durante todo o processo. Esse contato direto foi um diferencial”, finalizou.


