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Bullying e cyberbullying: como identificar e combatê-los?

alunos em sala de aula

Embora a sociedade como um todo esteja evoluindo em muitos aspectos, a parte emocional dos indivíduos e a forma de lidar com ela ainda é algo desafiador no que diz respeito ao convívio em harmonia, e isso se torna perceptível ao nos depararmos com casos de cyberbullying e bullying. 

A saber, tanto o bullying quanto o cyberbullying podem afetar pessoas de qualquer idade, em qualquer ambiente, contudo, é na fase escolar que se concentra a maioria das situações, em que vítima e agressor precisam ser compreendidos e tratados.

O que é bullying e cyberbullying?

A palavra de origem inglesa bullying tornou-se uma expressão, aqui no Brasil, referente a situações em que uma pessoa ou mais agride outra (verbal ou fisicamente) sem nenhum motivo aparente.

O cyberbullying, por sua vez, refere-se ao tipo de agressão feita de forma virtual, em que a internet (sendo essa a diferença entre o bullying e cyberbullying) é o meio de propagação de ataques que visam a ferir a imagem da pessoa perante os amigos, a família, os amigos de trabalho e a sociedade por meio de ofensas verbais e calúnias, muitas vezes, sem controle por parte da vítima.

Os aplicativos de troca de mensagens são um tema relevante e que merece a atenção dos pais, já que conteúdos de nudez e até mesmo sexo podem ser utilizados contra quem aparece nos vídeos e nas imagens como forma de vingança, humilhação e, em alguns casos, de resgate financeiro quando o aparelho que contém as mídias sofre alguma invasão de hacker.

Ainda são considerados bullying e cyberbullying episódios repetitivos de intimidação, difamação, perseguição, humilhação e exposição vexatória.

Ambas as agressões afetam negativamente a vida da pessoa que sofre tais atos, e em se tratando de crianças e adolescentes, a preocupação é maior, uma vez que o suicídio é uma das ações tomadas para limitar tal sofrimento.

Casos de cyberbullying e bullying no Brasil

No Brasil, os casos de cyberbullying e bullying têm números expressivos. Uma pesquisa feita em 2019 aponta que 61% das crianças e adolescentes já presenciaram bullying e cyberbullying e que as meninas representam 31% dos alvos contra 24% em relação aos meninos.

As vítimas ainda sofrem exclusão por questões racial, religiosa, escolha sexual e pela sua aparência (peso, corpo, rosto etc.), o que gera consequências no aprendizado e na autoestima.

Nos últimos dez anos, o país acumula histórias e experiências dramáticas no que diz respeito aos traumas gerados pelo bullying e cyberbullying, uma vez que muitas crianças e adultos não se recuperam das ofensas e buscam algum tipo de vingança.

Por isso, o agressor também merece assistência, já que suas atitudes agressivas podem revelar algum problema em casa, com os pais ou pessoas próximas, e que ele, não sabendo lidar com suas emoções, tampouco diferenciando o que é certo e errado, pode acabar reproduzindo os atos que recebe ou inferiorizando os outros como forma de se sentir melhor consigo mesmo.

Como identificar bullying e cyberbullying?

Estar atento ao comportamento do filho deve ser parte da rotina dos pais, portanto, observar as atitudes em casa e em outros momentos faz a diferença em longo prazo na vida profissional e pessoal.

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Sinais de agressor (causador de bullying e cyberbullying)

1. Evita que outros olhem a tela do seu computador ou smartphone como se estivesse escondendo algo quando alguém se aproxima;

2. Dá risadas excessivas e sem respostas plausíveis ao usar o celular, computador ou tablet;

3. Utiliza vários perfis nas redes sociais e internet, além de e-mails;

4. Apresenta algum histórico de conflito com professor ou colega e que ainda não foi resolvido.

Sinais de vítima (que sofre de bullying e cyberbullying)

1. A pessoa mostra-se nervosa, triste, deprimida, irritada e frustrada sem causa aparente;

2. Desliga a tela do computador ou celular quando alguém se aproxima;

3. Muda o comportamento quando está no celular e/ou computador (triste, nervosa, abatida);

4. Acredita que está doente (ou finge que está) para não ir à escola e a encontros com familiares e amigos;

5. Isola-se e deixa de fazer as atividades que sempre gostou;

6. Evita conversar sobre o que está acontecendo ou sentindo.

Embora esses sejam os sinais mais comuns, cada pessoa age de uma forma quando enfrenta alguma situação emocional (seja ela raiva, seja tristeza).

A busca do diálogo é fundamental, e o jovem deve se sentir seguro em conversar sobre o que está passando, já que agressor e vítima podem ter seu rendimento escolar afetado, inclusive, sua socialização com os demais alunos.

Como combater o bullying nas escolas?

A escolha de um ambiente escolar, em que o indivíduo passa um longo tempo da sua vida, é, sem dúvida, o primeiro passo para um amadurecimento saudável dos filhos.

Uma escola com diferenciais é aquela que apresenta profissionais capacitados em identificar e lidar com o conflito nas dependências da instituição.

Além disso, é de suma importância que os professores estejam atentos às diferenças de atitude dos alunos e, com isso, recebam o suporte e as orientações necessárias.

É essencial, para se combater a prática do bullying nas escolas, um canal de comunicação aberto e seguro, em que crianças e adolescentes se sintam seguros em expor seus questionamentos e problemas.

Dessa forma, é possível construir um ambiente que iniba ações de casos de bullying e colabore para a resolução de adversidades pessoais pacificamente.

Frente à prática de ensinar e dividir experiências, a instituição deve promover diferenciais que evitem e combatam o bullying.

Como combater o cyberbullying?

Tanto a escola como os pais podem, juntos, ajudar as crianças e os adolescentes a não serem vítimas de cyberbullying.

Orientar sobre o que e com quem compartilhar assuntos pessoais, por exemplo, evita que os agressores e as pessoas de má fé façam sua divulgação.

É possível evitar?

Cada período escolar pede um tipo de abordagem diferente, entretanto, a conversa, a presença e o apoio constantes dos pais e dos profissionais da escola são os meios mais seguros de impedir a violência no ambiente físico e digital entre os estudantes.

Considerar a ajuda de um psiquiatra infantil para identificar a causa raiz da agressão pode trazer benefícios, sobretudo, na qualidade de vida dos envolvidos.

Concluindo, procurar um dos colégios em Brasília cuja tradição é transformar alunos em cidadãos participativos na sociedade, estimulando o talento e o respeito, contribui para uma vida escolar livre de bullying e cyberbullying.

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Postado porgustavo

Postado em22 de junho de 2021


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